domingo, 11 de junho de 2017

Platelmintos




   Os platelmintos são vermes que surgiram na Terra há provavelmente cerca de 600 milhões de anos. Esses animais têm o corpo geralmente achatado, daí o nome do grupo: platelmintos (do grego platy: 'achatado'; e helmin: 'verme').
  Os platelmintos, que compreendem em torno de 15 mil espécies, vivem principalmente em ambientes aquáticos, como oceanos, rios e lagos; são encontrados também em ambientes terrestres úmidos. Alguns têm vida livre, outros parasitam animais diversos, especialmente vertebrados.
  Medindo desde alguns milímetros até metros de comprimento, os platelmintos possuem tubo digestório incompleto, ou seja, têm apenas uma abertura - a boca-, por onde ingerem alimentos e eliminam as fezes; portanto, não possuem ânus. Alguns nem tubo digestório têm e vivem adaptados à vida parasitária, absorvendo, através da pele, o alimento previamente digerido pelo organismo hospedeiro.
   Entre os muitos exemplos de platelmintos vamos estudar as planárias, as tênias e os esquistossomos.




  • Características
- Apresentam 3 folhetos embrionários, ou seja, são Triblásticos:

Ectoderme: A ectoderme dá origem ao revestimento externo

Mesoderme: A mesoderme dá origem à musculatura e ao parênquima, que é um tecido que preenche todo o espaço entre o intestino e a parede do corpo.

Endoderme: A endoderme dá origem ao intestino e seu revestimento.





- Musculatura: A musculatura é do tipo lisa, que favorece a movimentação e locomoção do animal, podendo ter a colaboração de cílios, caso estejam presentes. Essa musculatura lisa forma o túbulo músculo-dermático, que é uma unidade funcional com a pele.

- Respiração: Não possuem sistema respiratório, e as trocas gasosas são feitas pela epiderme, por difusão. Este tipo de respiração recebe o nome de tegumentar ou cutânea e ocorre nas espécies de vida livre, pois as parasitas fazem respiração anaeróbia.

- Digestão: Os sistema digestório dos platelmintos é incompleto, ou seja, a boca é a única abertura para o exterior, não possuindo ânus. A digestão pode ser intra ou extracelular. O intestino é bastante ramificado, o que facilita a distribuição do alimento digerido. O que não é utilizado na digestão é eliminado pela boca. As planárias possuem a boca na região ventral e uma faringe protátil (exteriorizada), o que facilita a captação de alimento, sugando.As tênias não possuem sistema digestório, se alimentam por difusão, absorvendo os nutrientes pré-digeridos do hospedeiro.
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- Bilateralidade: Primeiro grupo de animais a apresentar simetria bilateral; essa característica auxiliou muito o movimento e reuniu em uma região do organismo os orgãos sensoriais. Assim o deslocamento se dava em uma direção geralmente se arrastando sobre o substrato (lodo) dentro d'água. A partir dessa característica o organismo passou a ter um LADO DIREITO um LADO ESQUERDO uma REGIÃO DORSAL e uma REGIÃO VENTRAL (sobre a qual desliza).



- Tegumento: Os platelmintos possuem um epitélio simples, sendo a epiderme formada por uma camada simples de células. As espécies parasitas apresentam uma cutícula de proteção e, em alguns casos, ventosas para fixação. Alguns apresentam cílios na região ventral, para fins de locomoção. Podem possuir células mucosas, que produzem lubrificação para facilitar a locomoção.



- Excreção: São os primeiros animais a apresentar sistema excretor: o protonefrídio, que é formado por vários túbulos excretores com células-flama. As células-flama são fundamentais neste sistema excretor. Apresentam vários flagelos que promovem a movimentação dos fluidos, fazendo com que eles sejam muito bem filtrados.
Os resíduos caem em um sistema de ductos ou túbulos, que se abrem para o exterior através de estruturas chamadas nefridióporos, que são poros excretores. Estes poros situam-se na superfície dorsal do corpo, lateralmente.







- Cavidade Gastrovascular: Apresenta sistema digestório incompleto com CAVIDADE GASTROVASCULAR (com boca e sem anus).









- Sistema nervoso: Apresentam um processo chamado cefalização, ou seja, uma cabeça com estruturas nervosas e sensoriais. O sistema nervoso dos platelmintos é chamado ganglionar, formado por dois gânglios nervosos, que estão ligados a dois cordões nervosos ventrais e longitudinais, que são ligados por comissuras transversais e que percorrem toda a região ventral, até a parte posterior do verme.
   As planárias de água doce possuem dois ocelos na região da cabeça, estruturas foto-receptoras. Estas estruturas não são capazes de formar imagens, apenas perceber luz.
   Nas aurícolas, regiões laterais da cabeça, estão presentes células quimiorreceptoras, capazes de perceber várias substâncias químicas que se encontram dissolvidas na água.






  • Estrutura







  • Ciclo de vida









fontes: http://platelmintos2b.blogspot.com.br/2015/09/sistema-excretor.html
http://slideplayer.com.br/slide/2907480/
http://profaerica-ciencias.blogspot.com.br/2016/03/filo-platyhelminthes.html
https://evolucionandoem321.wordpress.com/2014/08/30/sistema-digestorio/
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/bioplatelmintos.php
http://professornandao.blogspot.com.br/2008/09/3o-ano-aula-14-os-platelmintos.html
http://segundocientista.blogspot.com.br/
http://planetabiologia.com/doencas-causadas-por-platelmintos/
https://pt.slideshare.net/biologiagui/zoologia-platelmintos
http://bioblogc.blogspot.com/
http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/sala_de_aula/biologia/biologia_animal/invertebrados/sist_nervoso_invertebrados

sábado, 10 de junho de 2017

Os Filos de Animais, quanto ao desenvolvimento das estruturas


  • Aneuromiários= animais sem sistema nervoso nem muscular
  • Neuromiários= animais com sistema nervoso ligado aos músculos.
  • Diblásticos= animais que ao terminar o seu desenvolvimento fizeram somente dois folhetos embrionários (ectoderme e endoderme).
  • Triblásticos= animais que ao terminar o seu desenvolvimento fizeram três folhetos embrionários (ectoderme, endoderme e mesoderme).
  • Acelomados= animais sem celoma. Pode ser pela ausência da mesoderme (Porifera e Coelenterata) ou por ela preencher todo o interior do animal (Plathyhelmynthes).
  • Pseudocelomados= animais em que a cavidade central é revestida parcialmente pela mesoderme. A cavidade provém da blastocele.
  • Celomados= o celoma é uma cavidade revestida interna e externamente pela mesoderme. Eucelomados significa "verdadeiros celomados".
  • Protostômios= animais em que o blastóporo origina a boca.
  • Deuterostômios= animais em que o blastóporo origina o ânus.
  • Hiponeuros= animais em que o cordão nervoso é ventral (abaixo do tubo digestivo).
  • Epineuros= animais em que o cordão nervoso é dorsal (acima do tubo digestivo).
  • # Esquizocélicos
  • * Enterocélicos

http://pessoal.educacional.com.br/up/50280001/7522389/Os%20Filos%20de%20Animais.doc

Cnidários ou Celenterados




  • Características


- Epiderme composta por uma camada de fibras musculares.

- Gastroderme composta células epitélio-digestivas.














- Não possuem sistema respiratório. A respiração é aeróbia, sendo que cada célula faz as trocas gasosas com o meio através do processo de difusão.

- Possuem tentáculos na boca, que é ligada a uma cavidade digestiva. A digestão extra ocorre dentro da célula.


- Apresentam simetria radial.

















- Não possuem sistema circulatório.

- Não possuem sistema excretor. A eliminação dos resíduos (excretas) na água é realizado pelas células, através do processo de difusão.

- O sistema nervoso dos cnidários é difuso e composto por rede de células nervosas.










- Em geral, podem alternar entre a forma pólipo e forma livre durante o seu ciclo reprodutivo.

- Os cnidários são carnívoros. Capturam suas presas utilizando os tentáculos. Alimentam-se de vermes marinhos, caranguejos, protistas, peixes e de outros cnidários. 








- Primeiro organismo a apresentar boca.

- Primeiro organismo a apresentar um intestino primitivo chamado de cavidade gastrovascular.






  • Reprodução
Assexuada: A reprodução assexuada em hidras pardas ou verdes é, em geral, feita por brotamento. Brotos laterais, em várias fases de crescimento, são comumente vistos ligados à hidra-mãe e dela logo se destacam. Esse processo de multiplicação, em que não ocorre variabilidade genética, é propício nos ambientes estáveis e em épocas favoráveis do ano, em que as hidras estão bem alimentadas.
REPRODUÇÃO
Assexuada





Sexuada: A hidra é hermafrodita. Alguns testículos e apenas um ovário são formados, principalmente em épocas desfavoráveis do ano, a partir de células indiferenciadas existentes no corpo.



    O único óvulo produzido é retirado do ovário. Os espermatozoides são liberados na água e vão a procura do óvulo. A fecundação ocorre no corpo da hidra. O zigoto formado é circundado por uma espessa camada quitinosa (de consistência semelhante ao esqueleto de quitina dos insetos) e, após certo tempo de desenvolvimento, o embrião, envolto pela casca protetora, destaca-se do corpo da hidra e permanece dentro da casca durante toda a época desfavorável.

    Com a chegada da estação favorável, rompe-se a casca e emerge uma pequena hidra que cresce até atingir a fase adulta. Não há larva. O desenvolvimento é direto.






CURIOSIDADE:

    Nos cnidários existe um tipo especial de célula denominada cnidócito, que apesar de ocorrer ao longo de toda a superfície do animal, aparece em maior quantidade nos tentáculos. Ao ser tocado o cnidócito lança o nematocisto, estrutura penetrante que possui um longo filamento através do qual o líquido urticante contido em seu interior é eliminado. Esse líquido pode provocar sérias queimaduras no homem.
    Essas células participam da defesa dos cnidários contra predadores e também da captura de presas. Valendo-se das substâncias produzidas pelos cnidócitos, eles conseguem paralisar imediatamente os pequenos animais capturados por seus tentáculos.
    Foi a presença do cnidócito que deu o nemo ao filo Cnidaria (que têm cnida = urtiga)







                                          




                                           


Cnidoblastos: Os cnidoblastos ou cnidócitos são células urticantes presentes nos celenterados ou cnidários, principalmente nos tentáculos.

                                             




fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cnidoblasto#/media/File:Nematocyst_discharge.png
http://segundocientista.blogspot.com.br/2015/05/cnidarios-ou-celenterados.html
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/biocnidario.php https://www.biologiatotal.com.br/blog/cnidarios-59.html
http://scienceblogs.com/pharyngula/2006/07/18/diploblasts-and-triploblasts/
http://www.saudeanimal.com.br/perigoso_mar.htm
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/biocnidario2.php
http://www.geocities.ws/pri_biologiaonline/reproducao_cnidarios.html
https://pt.slideshare.net/C_Alberto/cnidarios-em

Poríferos




  • Características

    Como próprio nome indica, os animais deste filo são cheios de poros muito pequenos, quase microscópicos, também pode-se citar que são animais do meio aquático, geralmente, encontrados em mares tropicais e polares, ou seja, vivem tanto em água doce quanto na salgada.
    Outra característica desses animais é que, normalmente, estão presos a rochas, conchas e até mesmo corais, portanto são “sésseis”. Apresentam diversas colorações entre as quais: laranja, cinza, violeta e vermelho; suas formas também são das mais variadas podendo alcançar muitos metros de altura, ou apenas centímetros.
       Sobre a alimentação: realizam esta atividade por meio de um processo denominado “filtração”, no qual, a partir do bombear da água por meio das paredes de seu corpo conseguem reter algumas partículas nutritivas alimentares.
    Como já mencionado, os principais representantes dos poríferos são as esponjas, animais que realizam suas funções vitais de maneira muito simples. Aliado a isso, não tem nenhum tipo de “tecido verdadeiro” – células das camadas de dentro e fora não apresentam parazoas -, também não apresentam sistema nervoso, músculos ou qualquer tipo de órgão interno.
     Atualmente, pouco mais de 15 mil tipos de esponjas já foram registradas, podendo ser encontradas desde a superfície da água até à milhares de metros de profundidade. A título de curiosidade, as primeiras espécies de esponjas descobertas são do período “Neopriterozóico”, também conhecido como “Era Pré-cambriana”.


  • Reprodução

• Reprodução Sexuada


   A maioria dos poríferos são hermafroditas. Os gametas são originados em células denominadas gonócitos, que derivam dos amebócitos (uma célula pertencente ao filo em questão). Os gametas masculinos (espermatozóides) saem da esponja através do ósculo (abertura principal do espongiocele), para em seguida, penetrar em outra esponja através dos poros, carregada pela corrente de água. Os coanócitos (células ovóides) captam os espermatozóides, transferindo-os para os óvulos, localizados na mesogléia, ocorrendo a fecundação. A maior parte das esponjas são vivíparas, sendo que após a fecundação o zigoto é retido e passa a receber nutrientes da esponja, até haver a liberação de uma larva flagelada, que irá nadar e se fixar em um substrato, originado um novo indivíduo.


Reprodução Sexuada:<br />



Reprodução Assexuada
   Os poríferos possuem uma extraordinária capacidade de regeneração, podendo se reproduzir através do processo de brotamento externo ou interno, regeneração ou gemulação ou por meio de um broto que dará origem à uma esponja adulta. As esponjas que se reproduzem pelo processo assexuado, possuem o material geneticamente idêntico ao de seu genitor.

   Fragmentação: fragmentos de uma esponja, por menores que sejam, podem originar novas esponjas, devido ao seu alto poder de regeneração.

Reprodução assexuada nas esponjas!<br />




  • Importância para os humanos
   Você pode estar se perguntando se este filo traz algum tipo de benefício ao homem, bem, a resposta é sim.
   Tecnicamente falando utiliza-se a palavra “esponja” apenas para designar o esqueleto, ou, estrutura desses animais. Tal esqueleto tem na maioria de sua composição uma substância denominada espongina, uma espécie de colágeno (proteína fibrilar).
   Por anos estes esqueletos eram realmente utilizados como esponjas para cozinha ou banho, mas hoje em dia a maioria delas vem sendo substituída pelas esponjas sintéticas, aquelas fabricadas em laboratórios. Isso diminui, e muito, a pesca, e, portanto, o desaparecimento dessas espécies.
   Além disso, podemos citar a espécie Luffa, um tipo de esponja que produz uma toxina que auxilia na fabricação de um antiviral extensamente utilizado em tratamentos para AIDS, o AZT.
   Como pudemos observar, apesar de apresentarem um organismo com estruturas e processos muito simples, estudos recentes têm descoberto nos poríferos diferentes substâncias, que mais tarde, poderão ser utilizadas em diversos tratamentos.




  • Células e suas funções
Porócito: É uma célula dobrada sobre si mesma, e compõe os poros dos Poríferos, é o acesso da água do exterior para o interior do organismo. O poro varia de tamanho no percurso para selecionar as partículas, assim obtendo mais eficiência na nutrição. Nas esponjas do tipo siconóide, ele ocorre na entrada do canal radial, no tipo asconóide, ocorrem entremeados na pinacoderme.

Amebócitos: Distribuem partículas alimentares provenientes dos coanócitos para outras células da esponja, inclusive executando parcialmente a digestão de tais partículas. Podem também sofrer diferenciação e originar outras células, bem como elementos do esqueleto e os gonócitos, que formarão os gametas.

Pinacócitos: Células achatadas de revestimento da parte externa, formando uma espécie de epiderme designada pinacoderme (embora não seja um verdadeiro tecido);

Coanócitos: Células flageladas com uma expansão membranosa em forma de colarinho, que revestem o espongiocélio e outras câmaras vibráteis internas das esponjas. O movimento dos seus flagelos cria a corrente de água que traz nutrientes e gases. Os nutrientes são filtrados pelo “colarinho” da célula, que não é uma estrutura sólida, mas antes um conjunto de pequenos bastonetes erectos e separados por espaços. Qualquer partícula orgânica ou microrganismo plantônico aprisionado no colarinho é encaminhado para baixo, em direção ao corpo celular e endocitado, ocorrendo uma digestão intracelular, em vacúolos digestivos. Posteriormente os nutrientes são difundidos para a mesogleia ou célula a célula.







  • Classificação
Classe Calcarea: a maioria apresenta espículas de carbonato de cálcio como elemento de sustentação esquelética, a maioria das esponjas dessa classe, possuem tamanho pequeno.

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Classe demospongiae: seus representantes apresentam espículas silicosas, fibras de espongina ou ambas como elementos de sustentação esquelética, a maioria é leuconóide.

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 Classe Homoscleromorpha: recém desmembrado dos demospongiae. Apresentam uma organização epitelial e pinacoderme ciliada. Todos leuconoides.

Oscarella lobularis (Schmidt, 1862).jpg




Classe hexactinellida: crescem eretas e muitos possuem forma cilíndrica, seus elementos de sustentação são espículas silicosas.Um casal de camarão do gênero Eupletella ainda jovens, penetram pelo ósculo da esponja e passa a viver na espongiocela, onde obtêm abrigo e alimento. Ao crescer, os camarões não conseguem mais sair do átrio e permanecem ali até o final de suas vidas. Os filhos do casal,abandonam a ''casa'' dos pais e vão colonizar outra esponja.

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fonte:https://www.resumoescolar.com.br/biologia/poriferos-porifera/
           http://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-biologia/exercicios-sobre-poriferos.htm
         http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/bioporifero.php
           https://pt.wikipedia.org/wiki/Por%C3%B3cito
           http://profpenaforteporiferos.blogspot.com.br/2012/03/amebocitos.html
           http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/porifero.php
           https://alchetron.com/Calcareous-sponge-2012241-W
           http://www.taxateca.com/clasedemospongiae.html
           http://ihsansmarineinvertebrates.weebly.com/class-hexactinellida.html
           https://en.wikipedia.org/wiki/Homoscleromorpha
           http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/porifero2.php
           http://www.infoescola.com/animais/reproducao-dos-poriferos/
        https://pt.slideshare.net/deboraolimpia/poriferos-2-a

Embriologia dos Metazoários



fonte: http://segundocientista.blogspot.com.br/